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A defesa do São Paulo de hoje não tem os números da campeã brasileira de 2007, que sofreu apenas 19 gols em 38 jogos, com média impressionante de 0,5 gol por partida. Mas está dando conta do recado. E como. Depois de algumas mudanças, a zaga se consolidou com o trio formado por Rodrigo, André Dias e Miranda. Juntos, os três ainda não perderam neste Brasileiro . Nada poderia ser mais animador para um equipe que encara um clássico neste sábado, contra a Portuguesa , no Canindé. Foram nove partidas até agora com os três zagueiros em campo. O saldo é de cinco vitórias e quatro empates, com seis gols sofridos. Se considerados apenas os jogos dos três juntos, a média é de 0,66 por partida, próxima da geral de 2007. A formação do trio de ferro se consolidou justamente durante a seqüência de 13 jogos sem derrotas. Este período de invencibilidade fez com que o Tricolor subisse até o topo da tabela. Trio invicto no Brasileirão 2008 São Paulo 0 x 0 SantosAtlético-MG 1 x 1 São PauloSão Paulo 2 x 0 FlamengoSport 0 x 0 São PauloIpatinga 1 x 3 São PauloPalmeiras 2 x 2 São PauloSão Paulo 2 x 1 VitóriaBotafogo 1 x 2 São PauloSão Paulo 3 x 0 InternacionalOs zagueiros comemoram a estabilidade, mas não esquecem de valorizar toda a equipe, que ajuda na marcação desde a saída de bola do adversário. - Esta zaga junta ainda não teve uma derrota. E dá vontade de ver o empenho de todos, porque a marcação começa lá na frente. Dagoberto, Borges e Hugo ajudam muito lá na frente. Depois o adversário se depara com os meias, e até chegar na gente a jogada já está bem amaciadinha - sorri Rodrigo, ressaltando o empenho dos companheiros. Dagoberto precisou se readaptar em campo para ajudar na marcação. Hoje ele consegue conciliar as arrancadas ao gol adversário e a vigilância sobre os zagueiros na saída de bola. - Todo mundo aqui tem o mesmo objetivo e se empenha ao máximo. Não adianta a zaga pegar uma bola e o meio e o ataque não ajudarem. Quem ganha com toda essa dedicação é o São Paulo - acrescenta o atacante.
Mas a pressão será sobre os rivais se o São Paulo vencer neste sábado Depois de passar o Brasileiro quase todo fora do G-4, o São Paulo alcançou a liderança pela primeira vez na hora certa. Na última rodada venceu o Inter e contou com o tropeço do Grêmio . Agora, começa a sentir a pressão de se manter na liderança. Não é uma tarefa fácil, admitem os jogadores.- Pesa não só ser líder, mas se manter lá. Na reta final temos cinco clubes em condições, e a concorrência faz com que tenhamos bem mais responsabilidade. É o peso de saber que não podemos mais perder, até um empate é um resultado ruim. Tem que vencer para ser campeão - explica André Dias.Mas, se a vitória vier contra a Portuguesa neste sábado, no Canindé, a pressão, pelo menos até o fim da rodada, será sobre os demais rivais na briga pela taça: Palmeiras , Grêmio, Cruzeiro e Flamengo , que jogam domingo. - A cobrança para se manter na liderança é muito grande, As pessoas olham o São Paulo de forma diferente, há pouco tempo ninguém cogitava o nosso time nem entre os quatro. Mas, independentemente da data do jogo, a gente tem obrigação de vencer, fazer a nossa parte, e em caso de uma vitória nossa aresponsabilidade fica para outros concorrentes - acrescenta Zé Luis. Fonte: Globo Esporte
 André Dias diz que uma quantia não mudaria sua forma de jogar O São Paulo é hoje o líder do Brasileirão , com 62 pontos, e tem um desafio importante contra a Portuguesa neste sábado, no Canindé. A Lusa já tem motivos de sobra para buscar a vitória sobre o Tricolor, pois ainda luta contra o rebaixamento. Mas e se recebesse um incentivo financeiro de algum dos outros times na briga pelo título? O são-paulinos não acreditam que uma "mala branca" possa interferir no duelo.- Já ouvi muita história sobre mala branca, mas isto não importa para nós, pois temos que entrar focados como nas últimas partidas. Nunca aconteceu comigo, mas não seria R$ 10 mil que me faria correr mais. Este valor é só um exemplo - sorri André Dias, ao ver que a quantia citada motivou brincadeiras entre os repórteres.Zé Luis também não acredita que a Lusa receberá uma mala branca, e acha que o adversário vai lutar muito pela vitória porque precisa e por estar vestindo a camisa do clube.- Todos os atletas entram para vencer, independentemente de ajuda financeira. Do outro lado existem profissionais que honram a camisa do seuclube. Comigo nunca aconteceu de receber proposta de mala branca - acrescenta o volante. Fonte: Globo Esporte
 Tricolor tem o menor número de derrotas entre as equipes que disputam o Brasileirão. Estatísticas conspiram a favor de mais um título são-paulino A era dos pontos corridos no Campeonato Brasileiro poderia muito bem ser chamada de a "era são-paulina". E não seria nenhum exagero pensar desta forma, já que desde que o novo modelo de disputa da competição foi adotado, o São Paulo é o time que mais tem se destacado. Basta ver o retrospecto: em 2003, o time entrou como tricampeão nesta nova fase do campeonato e, faltando poucas rodadas para o fim da edição 2008, está próximo de se consolidar como o primeiro hexacampeão brasileiro. Os números confirmam o poderio são-paulino e o que tem sido bem visível para os adversários ao longo destes cinco anos e meio de pontos corridos: o Tricolor é o mais difícil de ser batido.A partir do cálculo do número total de derrotas das principais equipes que disputaram o Brasileirão desde 2003, o São Paulo é o que tem menos resultados negativos no currículo. Foram apenas 56 derrotas em 243 partidas disputadas. Os números são mais expressivos se levarmos em consideração apenas os anos de 2006, 2007 e as 33 rodadas de 2008 que, pelo menos até o momento, estabelecem um inédito tricampeonato tricolor consecutivo. Até agora, foram apenas 16 derrotas em 109 partidas. Relembre a lista dos raros tropeços:Brasileiro 2006 - (4 derrotas) Brasileiro 2007 - (7 derrotas) Brasileiro 2008 - (5 derrotas)Dos times que disputaram todas as edições dos pontos corridos até o momento, o Santos é o que mais se aproxima da marca do São Paulo. O Peixe foi derrotado 61 vezes em 243 jogos. O Internacional viria logo atrás com 79 resultados negativos. Se considerarmos neste ranking os times que não disputaram uma edição do campeonato por motivos de rebaixamento, o Palmeiras surge com o segundo menor número de derrotas (61), seguido do Botafogo (70). Ambos disputaram a Série B em 2003 e, portanto, têm menos jogos computados do que os outros concorrentes da Série A. Outros times que merecem destaque são Grêmio (79 derrotas), Flamengo (84), Fluminense (87), Goiás (88) e Vasco (94). Fonte: Globo Esporte
 Clubes manifestam interesse mas precisam aguardar desfecho do jogador com o Fluminense e acordo com apurações feitas pelo LANCE!, São Paulo, Santos e até o Flamengo manifestam interesse em Conca. Da Europa, o Hertha Berlin, da Alemanha, aparece como candidato a ficar com o apoiador argentino. Todos, porém, precisam aguardar o término do prazo de pagamento do Fluminense (que vai até 1º de dezembro) para fazerem suas propostas oficiais.Segundo uma fonte ligada ao jogador, que preferiu não se identificar, o que pode dificultar as negociações para o Rubro-Negro são os problemas com relação a salário, já que atualmente o clube deve dois meses aos jogadores.Porém, tanto o Tricolor carioca quanto os clubes interessados precisam pagar os US$ 2,8 milhões à vista, já que o River Plate (ARG), dono de seus direitos federativos, adiantou que não aceitará financiamentos. Fonte: Lance!
 Líder do Campeonato Brasileiro, técnico são-paulino manda recado para torcedores e dirigentes e exalta trabalho de sua comissão técnica Atual líder do Campeonato Brasileiro com 62 pontos -um a mais que o Palmeiras-, o São Paulo iniciou sua semana de treinos no CT da Barra Funda preocupado com a Portuguesa, próximo adversário no torneio. Mas além do foco no rival, o técnico Muricy Ramalho aproveitou a conversa com os jornalistas para exaltar o trabalho da comissão técnica ao longo da competição.E, nas palavras do treinador, o momento pelo qual o time vem passando não se deve somente ao fato de ser o ponteiro do Nacional. Segundo Muricy, outros fatores, que a torcida às vezes nem percebe, fazem com que a equipe tenha sucesso na disputa.- É difícil falar de si mesmo, mas às vezes é preciso fazer porque as pessoas do clube não falam. Falo da comissão técnica porque não trabalho sozinho. Trabalhamos muito mais este ano que no passado, pois teve chegada e saída de jogadores, além das adptações - diz.Além do recado para os torcedores, Muricy também deixou no ar que a mensagem também servia para alguns membros da diretoria que contestaram seu trabalho meses atrás.- Se você não for firme em certos momentos da competição, do ano, não tem como ter sucesso. Sucesso não é só titulo. É lançar, revelar ou recuperar jogador. Isso entra no custo beneficio. Posso dizer que, se não tivesse personalidade forte, com certeza nesse momento não estaríamos conversando sobre o São Paulo em primeiro lugar. Fonte: Globo Esporte
 Com uma lesão na coxa direita, zagueiro da Lusa corre o risco de voltar apenas na última rodada do Brasileirão Faltam apenas cinco rodadas para o fim do Campeonato Brasileiro e a Portuguesa ainda luta para escapar do rebaixamento à Série B. Para piorar as coisas, o técnico Estevam Soares não poderá contar com o zagueiro Ediglê no sábado, quando o time enfrenta o líder São Paulo, às 18h30m, no Canindé.O jogador passou por um exame de ressonância magnética, que confirmou uma lesão muscular na coxa direita, sofrida ainda no primeiro tempo do empate em 2 a 2 com o Flamengo, no último sábado, no Maracanã. O zagueiro deve ficar afastado dos gramados por até quatro semanas.Com isso, Ediglê corre o risco de ficar fora do time pelos próximos quatro jogos (São Paulo, Fluminense, Goiás e Sport) e voltar apenas na última rodada, contra o Cruzeiro, no dia 7 de dezembro. Fonte: Globo Esporte
São Paulo (SP) - A convocação do zagueiro Miranda para a seleção brasileira fez justiça ao que o técnico Muricy Ramalho pensa sobre seu jogador. O treinador, que geralmente reclama da convocação de são-paulinos para amistosos, surpreendeu ao afirmar que não se importaria em ceder até mais atletas para a equipe do técnico Dunga.Como o amistoso da seleção contra Portugal não interferirá no Campeonato Brasileiro, Muricy cobra a presença de mais jogadores tricolores entre os relacionados da equipe canarinho.“Será em uma semana boa. Agora, ele poderia levar uns três ou quatro porque não iria nos atrapalhar. O André Dias também está em excelente fase, e o Hernanes voltou a jogar muito bem e é um volante diferente. Há vários que o Dunga poderia levar. Mas ele tem suas convicções e convocou corretamente. É legal que chamou o Miranda porque está jogando muito bem”, analisou o comandante.O amistoso será realizado no dia 19, uma quarta-feira. Como não haverá rodada do Brasileiro no meio de semana, Miranda só perderá os treinos entre segunda e quinta-feira no Tricolor. O jogador tem moral com o treinador são-paulino e o período longe do CT não abalará sua titularidade.“É muito difícil de um atacante passar pelo Miranda, pois é um jogador de recuperação incrível. Ele fica muito em pé, é difícil de vê-lo dar carrinho. Além disso, tem um senso de cobertura muito grande”, enalteceu o técnico. Fonte: Gazeta Esportiva
São Paulo dá camisa número '60,72%' ao prefeito Gilberto Kassab Numeração faz referência à porcentagem de votos que o prefeito de São Paulo, que é tricolor, conseguiu durante a votação para a sua reeleição O são-paulino Gilberto Kassab (DEM), prefeito reeleito de São Paulo, recebeu da diretoria tricolor uma camisa personalizada com o seu nome e a porcentagem de votos que conseguiu durante a última eleição. Kassab derrotou Marta Suplicy (PT) no segundo turno Fonte: Globo Esporte
Carga de bilhetes destinada aos tricolores é de 10 mil Os ingressos para o jogo entre Portuguesa e São Paulo, neste sábado, às 18h30m, no Canindé, começam a ser vendidos nesta terça-feira. Ao todo, 20.990 mil bilhetes foram disponibilizados para o público, sendo 10 mil para os tricolores. A comercialização das entradas para os são-paulinos será feita somente no Morumbi (a partir das 10h). Não haverá venda no dia do jogo.Preços: Cadeira R$ 50 (meia R$ 25) Arquibancada R$ 30 (meia R$ 15) Postos de venda (torcida da Portuguesa): Canindé (bilheteria Rua Azurita) – das 11h às 16h45m Canindé (caixa do clube) – somente associados - 11h às 16h45m Droga Verde - Vila Guilherme - Rua Joaquina Ramalho, 1170 Droga Verde - Mooca - Rua Juventus, 551 Droga Verde - Lapa - Rua Afonso Sardinha, 13/25 Droga Verde - Casa Verde - Rua Zilda, 522 Imobiliária LUPA - Rua Guilherme Cotching, 1776 - Vila Maria Fonte: Globo Esporte
 Músicas sobre o São Paulo Futebol Clube e seus jogadores. Cláudio & Ratinho - Funk São Paulo FC Servidor: 4shared / clique aqui... Diploma de Verdadeiro Campeão Servidor: 4shared / clique aqui...
Leônidas - Diamante Negro Servidor: 4shared /clique aqui... Muraah - Goleiro Artilheiro Homenagem ao goleiro Rogério Ceni. Servidor: 4shared / clique aqui...
Nando Reis - 3 Vezes Tricolor Servidor: 4shared / clique aqui...
Planta & Raiz - São Paulo Campeão Servidor: 4shared / clique aqui...
Renan Porpino - Ooooo! É Tricolor! Servidor: 4shared / clique aqui...
Roberto Carlos - Paródia Servidor: 4shared / clique aqui...
São Paulo FC Servidor: 4shared / clique aqui...
Depois de vencer o Internacional por 3 a 0 no último domingo no estádio do Morumbi e assumir pela primeira vez a liderança do Campeonato Brasileiro deste ano, o São Paulo ganhou folga nesta segunda-feira. Mas um jogador trabalhou normalmente no centro de treinamento da Barra Funda: o lateral-direito Joilson.Recuperado de uma entorse no tornozelo esquerdo, sofrida na vitória sobre o Náutico no dia 9 de outubro, o jogador está na fase final de tratamento e pode reforçar o time tricolor na partida contra a Portuguesa, que acontece no próximo sábado, no estádio do Canindé, às 18h30 (de Brasília), pela 34ª rodada da competição nacional de 2008.Supervisionado pelos fisioterapeutas Ricardo Sasaki e Alessandro Pereira, Joilson foi ao campo na manhã desta segunda-feira e por aproximadamente uma hora fez trabalhos de corrida, deslocamento lateral e explosão, além de atividades com bola, efetuando chutes e cruzamentos em um dos campos do centro de treinamento são-paulino.Após o trabalho, o jogador não sentiu dores e nesta terça-feira inicia treinos físicos com o restante do grupo. "Ele está bem e não apresenta mais edema ou dor no local. Ele realizou trabalho no campo com os fisioterapeutas e nada sentiu. Agora, será liberado para iniciar os trabalhos físicos com o restante do grupo", disse o médico José Sanchez.O retorno de Joilson pode ajudar o técnico Muricy Ramalho a solucionar um problema que terá para escalar o time na partida contra a Portuguesa fora de casa. Ele não poderá contar com o meio-campista Hugo, que levou o terceiro cartão amarelo na vitória sobre o Internacional e terá de cumprir suspensão automática.O treinador são-paulino pode colocar Joilson em sua posição de origem, com Zé Luis voltando para a cabeça de área, formando a dupla de volantes ao lado de Jean. O volante Hernanes seria deslocado para frente, fazendo o papel de meia de armação da equipe. O São Paulo volta aos treinos às 9 horas desta terça-feira. Fonte: Uol
 Borges abre caminho para a goleada tricolor Ele tirou um peso das costas. Afinal, não sabia o que era marcar um gol há oito partidas. O último havia sido no dia 3 de setembro, no empate por 1 a 1 com o Atlético-MG, no Mineirão. E o atacante Borges saiu do campo comemorando o tento marcado e a importantíssima vitória da equipe comandada por Muricy Ramalho."Todo atacante tem de estar sempre procurando fazer o melhor pela sua equipe e marcando gols. Eu não vinha marcando, mas estava dando passes para os colegas. Mesmo assim, eu me cobrava para voltar a marcar. Estou feliz por ter conseguido ajudar minha equipe", disse.Com o gol marcado, o atacante se isolou ainda mais na liderança da artilharia tricolor em 2008, com 19 gols. E ele aproveitou para dedicar o feito para a torcida são-paulina, que compareceu em grande número ao estádio do Morumbi. "A gente fez uma partida muito boa, sabíamos que jogando em casa não podíamos nem empatar. Esse resultado vai para a torcida que compareceu e fez uma festa maravilhosa", concluiu.A próxima partida será contra a Portuguesa, no próximo sábado, no estádio do Canindé. O time adversário está em posição delicada na tabela de classificação. Por isso, Borges acredita que o Tricolor encontrará muitas dificuldades. "Vamos ter de mostrar muita vontade para vencer. Não podemos pensar em outro resultado", concluiu o camisa 17. Fonte: Site Oficial
 Segundo Borges, o Morumbi 'ficará pequeno' para tantos torcedores agora Muricy Ramalho convocou, e a torcida respondeu: 54.160 pagantes estiveram no Morumbi, no último domingo, para empurrar o São Paulo , que venceu o Internacional por 3 a 0 e assumiu pela primeira vez a liderança deste Brasileirão . Borges vibrou com a presença do torcedor e aposta que contra o Figueirense , no próximo dia 16, o estádio estará ainda mais cheio. Antes, o Tricolor encara a Portuguesa neste sábado, no Canindé.- Nos próximos jogos em casa o Morumbi será pequeno para a nossa torcida, pois estão todos muito confiantes. Temos a consciência de que o Brasileiro é muito difícil e nem sempre vamos jogar bem, mas o mais importante, independentemente de jogar bonito ou feio, é vencer. O time está de parabéns pelo que fez contra o Inter - ressalta o atacante.Se a falta de espetáculo estava afastando o torcedor do estádio, o São Paulo compensa com muita luta em campo. A torcida reconheceu o esforço da equipe contra o Inter. - A torcida, mesmo em pouco volume, nos incentivou sempre. Só permaneci no São Paulo por ela. O público não estava vindo porque não merecíamos, como há dez rodadas, mas agora o torcedor sente que estamos brigando muito. Pode ser que a gente não esteja jogando um grande futebol, e não está mesmo, mas há a luta - acrescenta Muricy. Ao final do jogo contra o Inter, assim como já havia feito diante do Vitória, no Morumbi, Rogério Ceni cumprimentou a torcida pelo incentivo ao time até o último minuto. Para ele, o torcedor deixou o estádio realizado.- O São Paulo jogou para a frente o tempo todo, foi objetivo. Com a chuva, a bola correu mais e o gramado estava bom. Não sei se houve espetáculo, mas o time teve muita vontade de ganhar. O torcedor saiu satisfeito - completa o capitão. Fonte: Globo Esporte
 A vitória sobre o Internacional na noite deste domingo levou o São Paulo para a liderança do Campeonato Brasileiro. No entanto, depois de assumir a ponta, o capitão Rogério Ceni avisa que o Tricolor terá de manter sua concentração nas rodadas que ainda restam neste Nacional. No próximo fim de semana, o time de Muricy Ramalho irá ao Canindé para encarar a Portuguesa, e o goleiro tricolor avisa que é preciso ter respeito e bom futebol para superar a Lusa. “O São Paulo está fazendo um segundo turno muito bom e esta seqüência nos dá confiança, mas não podemos confundir. Teremos um jogo difícil contra a Portuguesa. No Canindé, teremos de jogar muita bola”, comentou. A partida fora de casa contra a Portuguesa está agendada para a noite de sábado. A Lusa, que briga contra o rebaixamento neste Brasileirão, complicou a vida de concorrentes ao título recentemente, pois venceu o Grêmio e empatou com o Flamengo. A ousadia da equipe de Estevam Soares serve de alerta ao goleiro são-paulino. “A Portuguesa está ganhando todos os seus jogos lá no Canindé e ontem (sábado) empatou com o Flamengo (no Maracanã). Está provado que não existe favoritismo. Teremos de jogar muita bola para ganhar de qualquer equipe”, afirmou. Fonte: Gazeta Esportiva
 A Independente nasceu das divergências de idéias e posturas entre a torcida uniformizada Tusp e alguns dos seus filiados. Tiveram muitas dificuldades mas souberam supera-las. A Garra de Uma Torcida Sua história começa em março de 1972. O São Paulo disputava a Taça Libertadores da Américo no Paraguai. Seus adversários, o Cerro Portenho e o Olímpia. Os torcedores uniformizados(TUSP), estavam animados, pois era a primeira vez que compareciam aos jogos no exterior. Os preparativos começaram muito bem. Fretaram 8 ônibus. Pagaram pela excursão, incluindo hospedagem. Na bagagem dos organizadores, muitas camisas e brindes para serem distribuídos aos simpatizantes do São Paulo. No entanto a viagem teve o amargo saber da derrota. O time perdeu o primeiro jogo na quarta feita por 3 a 2, para o Cerro Portenho e a torcida, a confiança na diretoria da Tusp. "Não bastasse o time ter perdido descobrimos que os cabeças da torcida ficariam hospedados em hotéis 4 estrelas e os demais em pensões. Para completar, ficamos sabendo que em vez deles de distribuírem os brindes e camisetas, estavam vendendo" lembra Newton Ribeiro, um dos fundadores da Independente. Foi a Gota d'água. Na volta da excursão, logo após o ultimo jogo, no domingo(São Paulo 1 x 0 Olímpia), no próprio ônibus já se começou a cogitar formação de uma facção da torcida. A idéia se concretizou durante um jogo no Pacaembu quando Newton foi procurado por Ricardo Rapp e Rinaldo Cardoso, outros dois torcedores descontentes para discutirem a formação da nova torcida. Mais tarde juntaram-se a eles um grupo, de 40 jovens, que há algum tempo, estava insatisfeito com as muitas regras impostas pelo pessoal mais velho da Tusp. As dificuldades para a fundação da Independente foram muitas. A começar pelo diretor social do São Paulo, Arnaldo Ruick, que não aprovava a formação da nova torcida." Dizia que isso era coisa de corinthiano e maloqueiro" conta José Carlos Zabeu, um dos torcedores da ala jovem. Outro problema que tiveram de superar foi a falta de um local para as reuniões. Para a primeira emprestaram uma das salas da Esfera Tour Turismo, na Av. Ipiranga. Nesse dia grandes decisões foram tomadas. A principal, a escolha do nome, Pensaram inicialmente em colocar o nome de animal, muito comum na época. Mas, Ricardo Rapp, inspirado nos vários movimentos de independência que estavam ocorrendo no mundo, sugeriu o nome de independente que, que inclusive traduzia bem os ideais da torcida, "de total independência do clube". Surgiu assim, o nome "Tricolor Independente". O passo seguinte, a definição da camisa. A eleita foi a do uniforme um, já que a Tusp usava o uniforme dois. Depois organizaram a diretoria, composta por: Newton Ribeiro, presidente; Rinaldo Cardoso Leite, vice-presidente; Ricardo Rapp, coordenador de campo e tesoureiro; e Célio Perina, José Octávio Alvez Azevedo, Plínio Peloso, José Oswaldo Feitosa, sem cargos específicos. Nessa reunião ficou ainda resolvido, ainda que só usariam bandeirão bem grandes de quatro por seis metros, com o nome da torcida, para chamar atenção nos estádios; e que a torcedora símbolo seria dona Filinha, figura muito querida dos são-paulinos. A data oficial da fundação da Independente ficou sendo a de 17 de abril de 1972. Seus estatutos ficaram prontos no dia 9 de junho do mesmo ano. Para ser sócio bastava ser são-paulino, ter duas fotografias e contribuir mensalmente com Cr$20 mil, como é até hoje, com valor diferente Nos EstádiosA luta no campo não foi menor. Tiveram de brigar por um espaço na arquibancada e no estádio, para guardar o material, e, ainda conquistar novos torcedores. O primeiro jogo ao qual a torcida compareceu oficialmente foi no dia 23 de abril de 1972, no Estádio do Pacaembú. O São Paulo jogava contra a Lusa. A primeira preocupação foi o espaço a estabelecer na arquibancada, já que na época a Tusp ocupava todo o local. "Nos optamos pelo meio" explica Newton. Lugar estabelecido , partiram em busca de novos associados. "Cada torcedor que víamos com a camisa do São Paulo era convidado a se integrar à Independente. Foi desse modo que encontraram os primeiros associados. José Carlos Zabeu, Mário Luiza Marcondes(Cida), Luis Alfredo(Turiassu) entre outros. A cada jogo o processo se repetia. O trabalho era cansativo. Mas, o mais desgastante era não ter onde guardar o material, ( A sala da Av. Ipiranga só ficou emprestada por 3 meses). Dia de jogo, eram obrigados a chegar muito mais cedo aos estádios, porque tudo era feito lá mesmo com algumas horas de antecedência. "Tínhamos de cortar o bambu(conseguidos no cemitério das redondezas) confeccionar as hastes da bandeira, pós não tínhamos como transporta-las, colocar as faixas e ainda brigar pelo lugar' conta Newton. O sufoco chegou a tal ponto que resolveram procurar o conselheiro do São Paulo, Paulo Planet Buarque, para pedir um espaço no Morumbi. A reunião foi marcada com o conselheiro de obras do estádio Antonio Numes Leme Galvão. Mas, o tema do encontro acabou sendo a própria torcida: "Eles queriam que desistíssemos. A sala foi conseguida depois de um ano e de muitas idas e até lá. Meu lugar é aqui ! Paralelamente, a luta por uma sede continuava. A maior dificuldade foi com os proprietários, que negavam a locação, logo após saberem o motivo da procura. Enquanto isso, os encontros se realizavam na Galeria Guatapará, na rua 24 de Maio, ou no Largo do Paissandu, a céu aberto. "O País passava por uma época de muita repressão e ditadura, e sempre éramos molestados pela polícia, que não podia ver um grupinho reunido, já desconfiava tratar-se de um complô", recorda Newton. Recorreram, também, a diversas pessoas que se diziam dispostas a ajudar. Mas nada conseguiram. "A solução veio do Dr. Toledo que nos cedeu uma sala de uma firma de café falida, da qual era fiel depositário, na própria Galeria Guatapará. Mais tarde conseguimos alugar a sala ao lado. Bateria - Independente até no samba Ter a melhor bateria sempre foi o ponto de honra da torcida. A Independente hoje, se constitui em um bloco carnavalesco com mais de 400 integrantes. A Independente durante os 3 primeiros anos, foi pequena, tenho em média 200 associados. Mas isso não a impediu que se destacasse das demais pelas bandeiras bonitas e por sua bateria. Esta última , ponto de honra da torcida. Para isso, lançavam mão de todos os recursos, contratavam baterias e até ordões carnavalescos. A primeira a acompanhá-la foi o Fio de Ouro, do Rômulo e Remo. Depois seguiram-se a Imperador do Ipiranga, do Paulo; Os garotos da Chácara Santo Antonio e, por último, a Cabeções da Vila Prudente, que permaneceu até a formação da sua própria bateria no começo dos anos 80. Criado por amigos da roda de samba no bar do Waldemar, no bairro do Imirim. Atualmente a Independente participar do desfile do carnaval de São Paulo. Caravanas - Os salvadores da pátria A primeira caravana da Independente para Piracicaba, não traz boas recordações para seus integrantes. O São Paulo disputava o Paulistão 72. A torcida alugou um ônibus mas somente 15 torcedores apareceram. Mas a segunda viagem para Araraquara, ainda durante o campeonato, foi muito importante, pois trouxe a pessoa que iria por as suas finanças em dia: Arari Guimarães. Ele chegou por meio de um anúncio publicado na Gazeta Esportiva. Um recurso para completar a lotação do ônibus que, até aquele momento estava apenas com 20 reservas. E, ainda, levou mais 10 pessoas para a viagem. Mas sua revelância não se resume a isso. "Por ser uma pessoa de muita responsabilidade, nós o convidamos para ser o tesoureiro. Foi graças a ele que conseguimos tocar a torcida para frente". Segundo Newton, antes do senhor Arari, não se podia dizer que a contabilidade era perfeita. "O dinheiro arrecadado ficava no bolso e, ás vezes servia de pagamento das rodadas de cerveja do Bar Ponto Chic, no centro da cidade, o ponto de encontro da moçada". Em contrapartida, quando a Independente se encontrava em dificuldades financeiras, usávamos os próprios recursos para saldar as dívidas". Na época, o crescimento da torcida dependia diretamente do desempenho do time, de 1972 a 1974, período em que o São Paulo não ganhou campeonatos, o número de associados caiu. Para reverter o quadro. Algumas pessoas iniciaram uma campanha em rádios e jornais e lançaram, também o "São Paulino Amigo"(um folheto para ser distribuídos nos jogos) na tentativa de popularizar a Independente. Mas o grande impulso foi dado pela própria polícia. Em protesto a proibição do uso dos instrumentos musicas no campo. Nilson confeccionou faixas com os seguintes dizeres: "Silêncio estamos jogando"; e o corneteiro passou a tocar a marcha do "Silêncio". "Foi um sucesso todos os meio de comunicação deram destaque a notícia" informa Newton. De 200 associados chegaram a 1 mil, em um ano. A Nova Independente Em agosto de 1995 ocorreu uma briga no Estádio do Pacaembu entre a Torcida do São Paulo e a torcida do Palmeiras que infelizmente a F.P.F. proibiu a entrada nos estádios e a Justiça por meio do Ministério Público anos depois fechou a entidade Torcida Tricolor Independente. Nesses meses de proibição muita coisa aconteceu na Independente, alguns diretores, fundadores e associados foram afastados por ações não dignas de pessoas que amam a Torcida. Sendo que em 11 novembro de 1998 foi fundada o G.R.E.C. Tricolor Independente com novos fundadores e também uma nova diretoria, todos unidos em prol da nova agremiação que começava tudo do zero mas usava o respeitado nome Independente. Após a fundação os primeiros problemas começaram a surgir, a Tricolor Independente não possuía sede, material e muito menos dinheiro em caixa. "A Retomada" e a volta aos estádiosA Independente foi a única torcida que foi “tomada” por alguns ex-diretores e associados da torcida que insatisfeito com a diretoria da torcida que era bancada pelo São Paulo gastava dinheiros em fins particulares e assim deixando a torcida com dividas superiores a 250 mil reias e nome sujo na praça. No final de 2002, o bonde de Batata e Negão assumiram a torcida, sem dinheiro, com dívidas e sem ter um material na sede. Em pouco tempo a torcida já estaria com novos fornecedores, diversas sub-sedes e caravanas para todo mundo. Como maior feito desta atual diretoria, conhecida como “A Retomada” foi a volta aos estádios paulistas com nossas faixas, camisas e bandeiras. Graças a coperação e o trabalho junto com ministério publico e a policia militar. A INDEPENDENTE pode finalmente colocar uma faixa em um estádio de futebol em São Paulo com seu nome
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